Compositor: Adrián Dárgelos, Diego Uma
Sou vítima de um deus frágil, temperamental
Que em vez de rezar por mim, foi dançar
Foi para a boate dali
Quis usar meu disfarce, viver como um mortal
Como não conseguiu me matar, me presenteou
Com uma visão particular
Redemoinhos de fumaça, vou tremendo ao seu encontro, ô-uô-ô
Sinto o fulgor e quero entrar
Sou vítima de um deus rebelde e muito singular
Que, a seu bel-prazer, arrancou minha mulher de mim
E a internou em um prostíbulo
Que ele administrou como cafetão, grande senhor
E chegou ao ponto de confundir sua própria impunidade
Se achou onisciente
Redemoinhos de fumaça, vou tremendo ao seu encontro, ô-uô-ô
Sinto o fulgor e quero entrar
O que foi dado é meu e acabou
Eu não devolvo
O que foi dado é meu e acabou
Eu não devolvo
O que foi dado é meu e acabou
Eu não devolvo
Sou vítima de um deus frágil, temperamental
Que em vez de rezar por mim, foi dançar
Na boate dali